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Outubro Rosa: tudo o que você precisa saber para começar a se cuidar

Por Usaflex 03/10/2022

Outubro Rosa é o mês internacional de conscientização sobre o câncer de mama e isso não é novidade para ninguém. Mas, são muitos os detalhes ainda desconhecidos por nós, mulheres, que podem colaborar com que o tumor seja considerado o mais frequente no Brasil e do mundo – segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca) – entre o público feminino. 

Que tal aproveitar o Outubro Rosa para se munir de informações sobre os cuidados preventivos e tratamentos da doença para tornar este cenário mais positivo? Afinal, de acordo com especialistas, quando o nódulo é detectado ainda no início, as chances de cura superam os 95%. Então, separamos aqui tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Veja só!

Cuide dos seus hábitos

Alguns aspectos na vida moderna podem contribuir para o aumento do número de casos de câncer de mama. O tabagismo, o sedentarismo, a obesidade, a opção pela não-vivência da gestação e do aleitamento materno, entre outros fatores, podem aumentar as probabilidades de tumores nas glândulas mamárias.

Porém, com o avanço dos estudos na área, já se sabe que mudanças de hábito e comportamento podem atenuar a propensão para a doença. De acordo com o Inca, quase 30% dos cânceres seriam minimizados ou não surgiriam se optássemos por um estilo de vida mais saudável.

De olho na alimentação

A alimentação inadequada é parceira íntima do sobrepeso e da obesidade. O acúmulo de gordura contribui para a inflamação sistêmica, que eleva o risco de câncer. O segredo aqui é contar com uma alimentação balanceada e incluir a atividade física na rotina para controlar o peso e manter-se ativa. 

O álcool é outro vilão que merece nossa atenção. Para os estudiosos, cerca de 4% a 5% dos casos podem ser atribuídos ao excesso de bebidas. Sendo assim, o melhor caminho é diminuir o consumo e, no cenário ideal, suspender de vez o uso do álcool.

Menos estresse

O estresse também é um fator, indireto, para um pior prognóstico do câncer de mama, uma vez que está ligado a alterações no sistema imunológico que podem diminuir sua capacidade de flagrar e estancar células defeituosas. Sem esquecer que o estresse também pode levar à adoção de hábitos pouco saudáveis, como os excessos da bebida e o sedentarismo. A dica é procurar formas alternativas para aliviar a tensão, sem prejudicar a saúde. Escolher um hobby para distrair suas preocupações e optar por atividades em grupo podem ajudar neste processo.

Rastreie a doença

Mesmo com todo o cuidado na prevenção e na manutenção de um estilo de vida saudável, nem sempre dá para evitar a doença. Surge, então, a necessidade do rastreamento do câncer de mama, como parte dos cuidados prioritários.

O Ministério da Saúde recomenda que as mulheres realizem a mamografia a cada dois anos, entre os 50 e os 69 anos de idade. Alguns especialistas e entidades sugerem, no entanto, baixar essa régua e realizar o exame, anualmente, a partir dos 40 anos. Já para quem tem maior risco genético, o ideal seria começar por volta dos 25. Em todos os casos, a recomendação do seu médico de confiança deve ser sempre a última palavra.

Também faz parte do rastreamento o autoconhecimento. É assim que, atualmente, é chamado o tão popular autoexame das mamas – um termo que já caiu em desuso. Isto porque não queremos encontrar um nódulo quando ele já está palpável ou desestimular a realização dos exames médicos, mas é fundamental conhecer as mamas e estar atenta a qualquer alteração. 

Acredite no tratamento

Se mesmo tomando todas as precauções você receber um diagnóstico de câncer de mama, não se desespere. É hora de eleger, junto ao médico, o tratamento ideal. Para os tumores considerados mais agressivos, a quimioterapia é indicada mesmo antes da intervenção cirúrgica. Além de influenciar na magnitude do procedimento, ela mostra como serão os próximos passos depois da operação. 

Para evitar o retorno da doença, além da quimio, quase todas as mulheres passam por radioterapia, sessões de radiação localizada. Uma abordagem complementar à cirurgia, que diminui a possibilidade de recidivas.

Descoberta em estágio avançado

É normal perder as forças frente às estatísticas de pessoas que tiveram o diagnóstico de câncer de mama avançado. Porém, é importante entender que os números são médias populacionais e a resposta de cada mulher à doença é muito individual.

O diagnóstico e tratamento do câncer de mama estão sendo aprimorados de maneira rápida. A ciência possui um melhor conhecimento da doença, como suas características estruturais, e os laboratórios farmacêuticos estão investindo muitos recursos no desenvolvimento de medicações específicas. As cirurgias estão menos invasivas e mais modernas. As mamas são reconstruídas imediatamente, com operações que podem até preservar a pele e a aréola. 

Nosso maior conselho é que a mulher não perca, jamais, a esperança. Afinal, diante deste cenário em constante evolução, é possível ter anos de vida com qualidade que podem, inclusive, permitir que ela aguarde a chegada de novas drogas e, quem sabe, a cura definitiva.

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