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Dia do Cinema Brasileiro: 8 filmes com mulheres fortes que você precisa assistir

Por Usaflex 09/06/2023

Em 19 de junho comemora-se o Dia do Cinema Brasileiro. A data foi escolhida porque nesse dia, há 125 anos, o ítalo-brasileiro Afonso Segreto filmou a Baía de Guanabara – o que é considerada a primeira imagem em movimento registrada no país. Segreto é reconhecido como o primeiro cineasta nacional, por isso a data da filmagem se tornou tão emblemática. Desta forma, para celebrar o dia e exaltar as mulheres no cinema, separamos uma lista de filmes com protagonistas marcantes e fortes. Confira!

Elis (Netflix)

A vida da cantora Elis Regina é interpretada pela atriz Andreia Horta no filme “Elis”, de 2016. A obra cinematográfica mostra os altos e baixos da carreira da consagrada artista brasileira, que se tornou uma dos principais nomes da música nacional. Se você é amante de música e de cinema, este é o longa perfeito para assistir neste 19 de junho. 

Hebe: a estrela do Brasil (Telecine)

Outra grande personalidade da cultura brasileira foi retratada nas telonas, em “Hebe: a estrela do Brasil”. No longa, a atriz Andréa Beltrão interpreta Hebe Camargo, considerada uma das maiores apresentadoras do Brasil. O filme também conta com a produção executiva e o roteiro de mulheres – Clara Ramos e Carolina Kotscho, respectivamente. Curtiu? Então aproveite o Dia do Cinema Nacional para prestigiar a obra e conhecer mais sobre Hebe Camargo. 

Central do Brasil (Globoplay)

“Central do Brasil” é considerado uma das principais obras do cinema brasileiro. Não à toa faz parte da lista dos 100 Melhores Filmes Brasileiros de Todos os Tempos, feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Em 2023, o filme completou 25 anos de uma história de sucesso nacional e internacional.  Para provar, basta olhar a galeria de prêmios com que o longa foi agraciado: BAFTA, Globo de Ouro e Urso de Ouro. Além, claro, das indicações ao Oscar. 

Uma das indicações foi para a protagonista Fernanda Montenegro, na categoria de Melhor Atriz. Infelizmente ela não ganhou, mas entrou para a história como a primeira latino-americana e a única atriz atuando em língua portuguesa indicada nesta categoria. Mas, afinal, sobre o que é “Central do Brasil”? Bem, o filme retrata uma professora aposentada , que complementa a renda escrevendo cartas para analfabetos na Estação Central do Brasil. Porém, um acidente fatal acaba unindo o caminho dessa mulher com o de um garoto chamado Josué e os dois partem uma uma viagem. 

Que horas ela volta (Netflix)

Dirigido pela premiadíssima Anna Muyleart e protagonizado por Regina Casé, “Que horas ela volta” conta a história da pernambucana Val. Ela é uma mulher simples que se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Ela deixa a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando na casa de seus patrões. Treze anos depois, os chefes de Val recebem sua filha – que vai à cidade prestar vestibular – de braços abertos. Quando a garota deixa de seguir certos protocolos, circulando livremente pela casa, a situação se complica.

Assim como “Central do Brasil”, o longa “Que horas ela volta” também recebeu diversas premiações. Em 2016, a obra foi agraciada com o prêmio de Melhor Longa de Ficção, Melhor Direção e Melhor Atriz no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. No mesmo ano, o filme foi escolhido como Melhor Filme Estrangeiro pelo Critics’ Choice Award e pelo Satellite Award. Ficou curiosa? Então, aproveite este 19 de junho para celebrar o Dia do Cinema Brasileiro na companhia dos personagens de “Que horas ela volta”.

Praça Paris (Prime Video)

“Praça Paris” é outro filme nacional com protagonistas marcantes: Glória e Camila. A primeira é uma mulher negra, moradora da favela e funcionária da UEFJ. A segunda é uma psicanalista portuguesa que está fazendo uma pesquisa na Universidade. A história das duas se cruza quando Camila atende Glória para sessões de terapia. Mas a vida da brasileira, que foi estuprada na infância e tem um irmão preso, é muito diferente da europeia. Esse cenário cria uma tensão entre as personagens e leva à reflexões sobre a sociedade brasileira. 

Além de ter protagonistas femininas, a obra está na nossa lista por ter sido realizada pela cineasta Lúcia Murat. É sempre importante valorizar a presença das mulheres no cinema. Não só em frente às câmeras, mas também atrás (produção, roteiro, edição, cinematografia, etc). Quanto mais profissionais femininos tivermos, mais rico, diverso e igualitário será o mundo da sétima arte. 

A vida invisível (Globoplay)

O filme “A vida invisível” é uma adaptação do livro “A vida invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha. A obra cinematográfica conta a história de duas irmãs que passam a vida tentando se reencontrar. Nos anos 1950, elas foram separadas pelo pai quando estavam no final da adolescência. A partir de então ambas têm que trilhar seu caminho em uma sociedade machista e patriarcal. Um longa que merece ser apreciado neste Dia do Cinema Brasileiro!

A mãe (Telecine)

Outro filme que merece a sua audiência neste 19 de junho é “A mãe”, que estreou em 2022. A obra, que foi premiada no Festival de Gramado e no Festival de Málaga, é um retrato do Brasil. Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Maria é parecida com a de tantas outras mães pobres. Uma mulher da periferia de São Paulo que busca por seu filho desaparecido e descobre que ele foi assassinado após uma abordagem policial. Maria, então, vai atrás da verdade. 

Medusa 

Quem curte terror também pode aproveitar o Dia do Cinema Brasileiro assistindo a um filme nacional! Nossa indicação é o longa “Medusa”, dirigido e escrito por Anita Rocha da Silveira. Lançado em 2023, “Medusa” conta a história de mulheres que caçam outras mulheres. O objetivo da perseguição é fazer com que elas se convertam à religião dominante e se tornem “perfeitas”. Esse enredo macabro levanta questionamentos sobre a opressão e o sexismo na sociedade. 

Enfim, essas são apenas algumas das muitas obras poderosas do cinema brasileiro que destacam personagens femininas fortes e resilientes. Então, viva o cinema brasileiro e viva as mulheres que ajudam a torná-lo tão singular e impressionante!

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