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Em busca do verdadeiro conforto: entrevista com Fernanda Lima

Por Usaflex 19/01/2024

Atriz, modelo, apresentadora e mãe. Esta é Fernanda Lima, uma mulher múltipla que se tornou referência, não só pela sua carreira, mas também pela forma de enxergar a feminilidade. Ela se tornou o rosto das campanhas de Verão 23/24 e Dia das Mães da Usaflex, trazendo consigo uma mensagem de autenticidade e conforto que ressoa profundamente com a marca. Em uma entrevista exclusiva para a Revista Usa, Fernanda compartilha seus aprendizados sobre maternidade, fala sobre seu novo momento de vida e carreira, e defende a importância do bem-estar no dia a dia das mulheres.

Depois de tantos anos em uma carreira acelerada, você parece estar entrando em um outro momento. Como foi esta transição para um outro ritmo de vida?

Eu sempre fui “trabalhadeira”. Tive a oportunidade de começar cedo, como modelo aos 14 anos. Como não era tão boa nos estudos, me empenhei em ser competente e responsável desde cedo no trabalho. Acordava muito cedo, fazia todos os testes, conversava, estabelecia contatos e formava amizades duradouras. Assim, fui conseguindo grandes parceiros de trabalho que confiavam em mim, na minha disposição e vontade de fazer dar certo. Passei a vida toda trabalhando — sem sábado, domingo, feriado ou férias com os amigos. Hoje, com três filhos, sinto que preciso olhar bem de perto para eles, cuidar da minha saúde e ter mais momentos de lazer no meu casamento. Não parei, mas resolvi diminuir um pouco o ritmo. Acredito que, no dia em que as crianças forem “para a vida”, eu me sentirei mais livre para ter uma rotina pesada novamente. Ou, ficarei plantando e colhendo minhas frutas e temperos sem o compromisso de trabalhar tanto.

Seu projeto ‘Minha Viagem’, nas redes sociais, traz uma variedade de temas ligados ao autoconhecimento. O que inspira na escolha dos assuntos?

Esse projeto nasceu de uma vontade de olhar para fora, para as motivações, inspirações e processos criativos de pessoas que admiro, e também do desejo de rodar o mundo novamente, que sempre foi minha paixão. Eu estava há três anos imersa no universo infantil por conta do nascimento da Maria. Agora que ela já tem certa autonomia, posso pensar em me reinventar e dividir as tarefas com o pai e os irmãos dela. A maternidade tira um pouco da nossa identidade. É abrir mão de quem somos para engravidar, enjoar, parir, amamentar, ficar anos sem dormir… Costumo dizer que este é um projeto de uns quatro anos, no mínimo, então depois disso é um renascimento da mulher. Das mulheres que conseguem, pois muitas não conseguem voltar ao mercado de trabalho.

Como mãe de três filhos em idades tão diferentes, qual é o maior desafio na criação deles? 

Em casa, todos temos as nossas responsabilidades. Com os filhos mais crescidos, as funções vão se alternando. Eles já têm 15 anos, então estão aprendendo a se virar. Maria também já tem suas responsabilidades, proporcionais à sua idade, claro. E assim não fica tão pesado. É muito satisfatório ver que, depois de tanta dedicação, eles estão se tornando cidadãos com caráter e respeito pelas pessoas. Minha filha, quando vê uma pessoa de idade, chama de senhora; acho tão bonito, é natural para ela. Ao mesmo tempo, quando andamos pelas ruas de São Paulo, ela não entende o porquê de haver pessoas jogadas pela calçada. Se entristece e não naturaliza nunca essa situação. Os meninos sentem as dores do mundo. São sensíveis e questionam muito as injustiças. Espero estar fazendo certo. Por ora, tenho orgulho de eles terem se tornado crianças boas e calmas.

Você tem uma filha de 3 anos, a Maria. Como essa nova fase da maternidade influenciou sua visão de mundo e a forma como você faz suas escolhas?

Quando os meninos nasceram, eu não tinha as rédeas da minha vida como sinto ter hoje. Foi realmente insano, lá atrás, maternar e trabalhar como louca. Minha vida mudou demais, e hoje gosto da sensação de que tenho mais foco para administrar minha vida. Aprendi muita coisa com o João e o Chico e, com a Maria, aprendi a me cobrar menos. Mas acho que sou uma mãe melhor hoje.

A Usaflex promove o ideal de bem-estar através de seus produtos. Como você incorpora esse ideal em sua vida diária?

Eu lembro que já sofri muito quando tinha que me adequar a certos padrões e usar roupas e sapatos desconfortáveis para estar “bem na fita”. Fico feliz em ver que a moda, principalmente no que diz respeito aos sapatos, tornou a vida da mulher bem mais fácil. Vejo empresas que antes obrigavam a mulher a usar salto agora liberando tênis para o dia a dia. Isso é uma enorme conquista. Com a campanha da Usaflex, muitas mulheres vêm falar comigo e mostram seus sapatos e tênis da marca, dizendo que são “extremamente” confortáveis e que não saem de seus pés. Acho o máximo e fico feliz em emprestar minha imagem a uma marca que se preocupa de verdade com nosso conforto sem perder a atenção ao design.

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